Elvas  Applog15.gif (2358 bytes)

Associação Portuguesa de Pais e Amigos do Cidadão Deficiente Mental

DIVID017.jpg (3713 bytes)

Delegação de

ELVAS

ELVAS.jpg (23217 bytes)

DIVID019.jpg (3629 bytes)


DO NASCIMENTO À ACTUALIDADE

Nos finais dos anos oitenta, por iniciativa de um grupo de cidadãos do Distrito, foi constituída a Comissão Instaladora de uma unidade de atendimento a Deficientes, com sede em Elvas, com capacidade para várias dezenas de utentes em várias vertentes - desde o atendimento precoce, à área sócio-educativa e ocupacional até à formação profissional.

0 projecto de arquitectura foi elaborado pelo G.A.T. da Câmara Municipal de Elvas, tendo a Segurança Social de Portalegre aprovado e disponibilizado verba do PIDDAC para o arranque da sua construção em terrenos cedidos pelo l.E.F.P. e C. M. de Elvas.

Em 1977, com a presença da Senhora Ministra do Emprego e Qualificação foi assinado o necessário protocolo que definiu as responsabilidades de cada um dos três parceiros intervenientes na edificação das instalações, ficando acordado que o CRSS comparticiparia até ao montante de 97 686 contos, o l.E.F.P. em 128 549 e à APPACDM caberia a execução das situações não especificadas no protocolo.

A conclusão da edificação das construções ficou prevista para antes do ano 2000.

Actualmente encontra-se em fase de acabamento o Módulo Sócio-Educativo composto por 7 salas, com capacidade para várias valências desde a intervenção precoce até às actividades de CAO.

Devido a certas demoras na conclusão das obras e pela urgência de prestar atendimento a utentes, deliberou a Direcção, no início deste ano lectivo, o apoio a jovens que terminaram a escolaridade ou não, e que se encontravam em casa sem qualquer Ocupação, disponibilizou-se um tempo de apoio em CAO.

Elaborado o projecto para este fim, e presente o mesmo ao Serviço Sub-Regional de S.S. de Portalegre, foi este concordante ficando por atempadamente se estabelecer Acordo de Cooperação, o qual está em vias de celebração.

Os proventos desta APPACDM são única e exclusivamente obtidos através de cotizações de Sócios (num montante de cerca de 250 contos anuais), de donativos, angariações de fundos em peditórios, feiras e sorteios.

A C. M. de Elvas doou 10 mil contos para se fazer face às dívidas contraídas para com o empreiteiro na construção do Centro.

Candidatámo-nos também a todos os projectos possíveis e de onde poderia surgir algum apoio financeiro ou material, dos quais aguardamos resposta.

Os cerca de 12 utentes que actualmente frequentam esta Instituição fazem-no em instalações provisórias, gentilmente cedidas pela Santa Casa da Misericórdia de Elvas.

A situação desta APPACDM é de grande importância para a região uma vez que dos concelhos onde poderá ser exercida a sua influência não há resposta para tais apoios salvo a cerca de 60 km, em Portalegre ou a CERCI de Estremoz, distando cerca de 45 km.

Do levantamento efectuado em 1992 verificou-se a existência nos concelhos limítrofes de Elvas de cerca de 120 possíveis casos para apoio.

Perante números tão assustadores não vacilou, esta Direcção, em levar avante tudo o que for possível para tal concretização.

Estamos confiantes que os governantes serão sensíveis aos anseios de toda esta população pelo que continuamos alerta e sem desfalecimentos.

«Só há vantagem em substituir um homem por uma máquina, desde que esse homem encontre trabalho noutro local» Sismondi.